No teu poema o convite se estende a um homem que se aproxima do divino, ao mesmo tempo em que ele encerra a paixão humana. Que construção magnifica, mais te leio, mais me surpreendo abraços
Dani, que om te ver por aqui... :-). Vou te visitar tbm. Cris, grata pela visita e pelo comment (lembrei agora que tenho de organizar teu material no blogue). Sandrio, este é o homem que eu ainda espero, estou tão triste hoje. :'(...
Interessante metarmofose de homem-homem "pano em linho, sudário-pele" para homem-fábrica, "guindaste para erguer o coração". DO que "encera a noite" até o que rasga a madrugada. Belo. Bjs Raul
Raul, sim, este homem-homem aos poucos se transforma um 'motor de dez cavalos'... Gradativamente, enquanto a noite se transforma em madrugada. O primeiro movimento, de encerar, é mais delicado; o segundo, de me 'envergar' como se eu fosse lua minguante, é terrível e furioso... Beijos, gracias pela visita e leitura, sempre tão atenta... Mar
em teus dedos brotam como da terra flores madas e dolorosas flores; Mar; poeta de primeira linha, desconhecida e pressentida amiga; li ontem tua primeira versão do poema; gostei de ambos, e em ambos o desdobrar do amor; não quiseste deixar o outro, como variação? favo de mel intacto o teu coração.
Hugo, que bom receber tua visita e teu comment. Sim, eu costumo revisar meus poemas depois de publicá-los... Principalmente no outro dia, quando já tomei algum distanciamento. Não havia pensado na possibilidade de deixar os dois... É uma boa. Obrigada pelo carinho. Um beijo, Mar
A imagem do vergão indígena, do beijo, do homem-beiço irão para um outro poema... Hoje li e optei pela metamorfose a que o Raul tão bem se refere, a do homem-homem, que encera (com sudário-pele) o corpo, em homem-fábrica, que me ergue com motores e guindastes.
Bueno, às vezes acontece de surgirem vertentes para outros poemas dentro de um... Seguidamente ocorre. Então abro outro arquivo e registro o insight.
E logo que eu publiquei, na primeiríssima versão, usei uma palavra que daria muito na cara o nome de quem pensei ao escrever... Aí tirei, sabe como é...rs :-P
este ainda é belo. Mas parece nao ser o outro que li. Você dve ter re visado algumas vezes...rs...Saüde, Mar! E que os olhos do coracao de onde correm rios... venha tua poesia, vento nos varais, secar!
Hehehehe, deve ser outro, entonces, e pior é que não salvei! Acostumei-me com o outro pc, em que o Word não funcionava e eu tinha de escrever os posts diretamente no blogue... É mesmo, Hugo, escrever não deixa de ser essa ventania nos olhos, para que sequem... Uma versão do sol. Beso, Mar
Katy, tbm te leio sempre no Kanauã com olhos de aprendizes, que é o que acontece na verdadeira amizade. Que bom receber tua visita e saber que te toca! Um beijãozãooo, Mar
Meu zeus! Lira que nos leva às alturas...
ResponderExcluirBeijos, Mar.
No teu poema o convite se estende a um homem que se aproxima do divino, ao mesmo tempo em que ele encerra a paixão humana. Que construção magnifica, mais te leio, mais me surpreendo
ResponderExcluirabraços
U-A-U!!!!!!!!!!!!!!
ResponderExcluirQue lindeza...
Bjo!
Dani, que om te ver por aqui... :-). Vou te visitar tbm.
ResponderExcluirCris, grata pela visita e pelo comment (lembrei agora que tenho de organizar teu material no blogue).
Sandrio, este é o homem que eu ainda espero, estou tão triste hoje. :'(...
amor braseiro de quadril para além de qualquer boca
ResponderExcluirmuito bom muito bom
Grata, querido, apareça.
ResponderExcluirMar
O Sandrio, bem querido, acompanha meu trabalho :-)
ResponderExcluirInteressante metarmofose de homem-homem "pano em linho, sudário-pele" para homem-fábrica, "guindaste para erguer o coração". DO que "encera a noite" até o que rasga a madrugada. Belo.
ResponderExcluirBjs
Raul
"a capotar atrás de todos/ os meus ossos" Achei linda esta parte.
ResponderExcluirRaul, sim, este homem-homem aos poucos se transforma um 'motor de dez cavalos'... Gradativamente, enquanto a noite se transforma em madrugada. O primeiro movimento, de encerar, é mais delicado; o segundo, de me 'envergar' como se eu fosse lua minguante, é terrível e furioso...
ResponderExcluirBeijos, gracias pela visita e leitura, sempre tão atenta...
Mar
em teus dedos brotam como da terra flores madas e dolorosas flores; Mar; poeta de primeira linha, desconhecida e pressentida amiga; li ontem tua primeira versão do poema; gostei de ambos, e em ambos o desdobrar do amor; não quiseste deixar o outro, como variação? favo de mel intacto o teu coração.
ResponderExcluirHugo, que bom receber tua visita e teu comment. Sim, eu costumo revisar meus poemas depois de publicá-los... Principalmente no outro dia, quando já tomei algum distanciamento. Não havia pensado na possibilidade de deixar os dois... É uma boa.
ResponderExcluirObrigada pelo carinho. Um beijo,
Mar
Aqui vai a versão inicial
DO MEU CADERNO DE EXPERIMENTAÇÕES - XL
deito-me contigo, homem-homem,
cuja voz encera a noite.
(linho, luz, sudáriopele).
amo-te, fiel, que afora o teu
nenhum braseiro em mim capota
sobre o barro do quadril.
(um homem-fábrica, arrancada de
motor, vergão indígena).
beijo para além de qualquer boca,
deus do céu,
este homem-beiço, cujas mãos me
desencravam da tristeza
como se fossem guindastes.
A imagem do vergão indígena, do beijo, do homem-beiço irão para um outro poema... Hoje li e optei pela metamorfose a que o Raul tão bem se refere, a do homem-homem, que encera (com sudário-pele) o corpo, em homem-fábrica, que me ergue com motores e guindastes.
ResponderExcluirBueno, às vezes acontece de surgirem vertentes para outros poemas dentro de um... Seguidamente ocorre. Então abro outro arquivo e registro o insight.
E logo que eu publiquei, na primeiríssima versão, usei uma palavra que daria muito na cara o nome de quem pensei ao escrever... Aí tirei, sabe como é...rs :-P
este ainda é belo. Mas parece nao ser o outro que li. Você dve ter re visado algumas vezes...rs...Saüde, Mar! E que os olhos do coracao de onde correm rios... venha tua poesia, vento nos varais, secar!
ResponderExcluirHehehehe, deve ser outro, entonces, e pior é que não salvei! Acostumei-me com o outro pc, em que o Word não funcionava e eu tinha de escrever os posts diretamente no blogue...
ResponderExcluirÉ mesmo, Hugo, escrever não deixa de ser essa ventania nos olhos, para que sequem... Uma versão do sol.
Beso,
Mar
Mar, aqui você se superou, e superou minha surpresa, apesar de isso sempre ocorrer...
ResponderExcluirElejo, sob meus olhos aprendizes, como dos poemas mais belos que já li aqui!
Inteireza tanta.
Katy, tbm te leio sempre no Kanauã com olhos de aprendizes, que é o que acontece na verdadeira amizade. Que bom receber tua visita e saber que te toca! Um beijãozãooo,
ResponderExcluirMar